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"Não seremos felizes sozinhos, precisamos de uma doce companhia e quando encontramos... desejaremos estar ao lado dela. Não por um momento, mas por toda a eternidade." (Celso Oliveira).

sábado, 30 de abril de 2011

Compre já! ÍNTIMA PERCEPÇÃO

    Acesse o link abaixo e compre o livro de Crônicas " ÍNTIMA  PERCEPÇÃO",  do Jornalista e escritor Celso Freitas Oliveira.




Qualquer dúvida entre em contato!

Faça da  leitura uma rotina diária!

                                                                                                             Celso Freitas Oliveira 

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

EM BREVE: ÍNTIMA PERCEPÇÃO

Amigos leitores!
Em  breve estará disponível para Compra  na internet o Livro de Crônicas " ÍNTIMA PERCEPÇÃO".

Mais informações entre em contato por e-mail!

Obrigado.

Celso Oliveira


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

FRUTO DO SISTEMA

Nunca gostei de entrar num hospital, sequer ser atendidos por médicos da rede pública. Não por eles serem ruins, mas por não se importarem com as pessoas que procuram atendimento. Um fruto que veio deste sistema.

Porém, naquele dia amanheci com a coluna toda dolorida, para não dizer que eu estava morrendo de dor.

Ó céus como doía!

Se deitado ficava, doía; se em pé, a coisa ficava crítica.

Dava de se pensar que eu tinha uma espada em minha medula. Era fim de mês, eu só tinha em meu bolso um vale transporte, então teria que ir a pé e voltar de “bus”. Era cerca de 40 minutos a pé de minha casa até o P.S. Sem ter para onde correr entrei nessa e fui andando, parecia mais um jabuti, a diferença é que faltava o casco duro e forte, pois o meu estava naquele momento muito frágil.

Foi um sacrifício até chegar lá. Se fosse possível eu me denunciaria por crime de tortura, sendo eu o agente e paciente.

Então o processo de minha cura começou assim:

Desde a entrada avistei a longa fila - ó céus que fila- com isso não me assustei muito, já que tudo que precisamos fazer necessitamos formar uma fila – sim, fruto deste sistema.

Clamei ao atendente para que tivesse piedade de mim, mas em nada despertou misericórdia nele - ó que homem duro de coração - Eu só poderia entrar logo se fosse caso de emergência, mas o meu caso era emergência. Contudo o conceito dele era muito diferente do meu. Neste sistema emergência é o seguinte:

Uma fratura exposta; alguém esfaqueado; um tiro na cabeça; uma vítima quase fatal do trânsito etc.

Minha coluna seria algo insignificante – um conceito elaborado pelo sistema.

Sem poder fazer nada, fico na fila de espera em pé. Não teria como eu exigir que alguém cedesse um banco para que eu sentasse, já que quem está em um hospital significa possibilidade de morte.

E a dor continuava e aumentava cada vez mais.

Por incrível que pareça depois de duas longas horas de espera eu sou chamado para ser consultado- ó céus! Graças a Deus.

Chegando ao ambulatório o médico pega minha ficha, sem nem olhar para mim perguntou:

- O que você tem?

Quando eu disse que minha coluna estava doendo, ele já me interrompeu sem deixar um falar mais nada e com a cabeça abaixada escreveu numa receita:

Tomar cataflan (acho que é assim) de 8 em 8 h. E já disse:

- O próximo

Ó céus que sistema é esse?

Não acreditei naquilo. Aguardei tanto tempo para ser atendido dessa forma. Por isso que a saúde é garantida na constituição. Fica fácil fazer assim.

Voltei para casa com dor, com uma receita, mas sem dinheiro para comprar o remédio.

Ó que médico! Contudo eu não o culpo. O causador de tudo isso é o sistema, que não ampara ninguém que tem os direitos garantidos. Como por exemplo:

Eu e você.


Por Celso f. Oliveira

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

SOLIDÃO...

Sabemos que cada dia que se vive é uma conquista.
Toda conquista desperta um sabor de satisfação.
Tudo fica admirável. Perfeito quando vencemos.
Um sabor indescritível.
Certamente todos nós já degustamos esse delicioso sentimento.
Mas para alguns vencer o dia vivo é mais que uma vitória, é um milagre. 
Desigualdades sem fim.
Não estou falando de uma doença social;
Estou falando de uma doença interna; pessoal; inimiga da compaixão e parente do egoísmo.
Não é preciso ler e compreender tudo ao seu redor,
 Mas tente  para não deixar a vida passar sem verdadeiras vitórias.

Por Celso F. Oliveira

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

DO CLAMOR

Oh! Quero encontrar-te, Senhor!

Senhor procuro encontrá-lo a cada momento, procuro encontrá-lo em minhas súplicas.

Senhor, a ti que procuro pra amenizar minha dor!

E a ti que procuro pra eliminar meu pavor.

Minhas vestes precisam ser branqueadas com seu infinito amor.

OH, Senhor! Procuro-te em cada decisão.

OH Senhor! A conselha-me em minhas falhas.

OH Senhor! Acalenta minha alma.

Escuta o meu chamar!

Escuta o meu clamar!

Contagia-me com sua infinita alegria,

Ilumina-me com sua luz

Luz radiante.

Guia-me por seus caminhos brilhantes,

Conduz-me com o doce enlevo de sua palavra,

Conforta-me Senhor! Conforta minha alma!

Transforma-me em um cordeiro puro, transforma-me em um servo justo.

Ensina-me a amar, ensina-me a louvar! Ensina-me a ajudar aqueles que minha ajuda venha necessitar!

Vem Senhor! Mata minha sede!

Senhor! Acaba com minha fome!Encanta-me com seu poder,

Envolve-me em seus braços,

Enxuga minhas lágrimas.

Mostra-me o caminho que eu possa sorrir.

Mostra-me o caminho para que eu possa aprender a viver.

                                                                                                       Por Celso F.Oliveira

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

DA DESPEDIDA

Ao centralizar a visão...

E deixar a imaginação contornar por ares desconhecido da própria ilusão. Olhando daqui...

Desta insignificante esfera compactada;

Compactada por terra;

E rodeada de águas.

Tudo meramente significativo até as almas que aqui vivem.

Fico a me interrogar

Sofrendo e padecendo,

Como errante miserável.

Sem direito a prazeres

Submisso a regras e deveres.

O que me restas é viver minhas poucas e tristes ilusões.

Nesta vida sem paz e ternura.

E fazer brotar desta pobre terra minha esperança.

E logo mais...

Minha sepultura.

                                                                                                      Por Erivelto Freitas




quinta-feira, 11 de novembro de 2010

DO AMOR. DA PAIXÃO

Existem muitas coisas que se pode lutar e confrontar de forma justa e numa batalha de possíveis vitórias. Mas, no percurso da vida, precisamos ter em mente dois sentimentos distintos, porém confundidos por muitos corações.

O amor e paixão.

Quando o ser estar dominado por estes fenômenos tudo se torna em nada e nada se torna em tudo. Os opostos ficam mais contrários ainda e as reações e ações são imprevisíveis. Não é a toa que muitos tentam se esquivar e passam toda a existência negando os sentimentos; prendendo-se em realidades vazias e nas percepções sem esperanças.

                                                                                                           Por Celso F.Oliveira