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"Não seremos felizes sozinhos, precisamos de uma doce companhia e quando encontramos... desejaremos estar ao lado dela. Não por um momento, mas por toda a eternidade." (Celso Oliveira).

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Encenação



Somos chamados por ser diferentes
Somos interpretados como atores reais.
Num palco sem cenário. Sem ficção.
Por ser diferente que sempre há algum prestando atenção.
 São os expectadores da vida.

Que assistem sua própria encenação.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Do amor conhecido!



Meu sonho é você.
                                Meu sonho é poder vê-la feliz ao meu lado...
                 ...e que sempre serei seu amado.
          Sei que pode ser loucura,
                Mas não consigo definir tanto amor.
           Tanto amor por ti.
                                  Amor que me faz viajar em alto mar.
Sem me perder nas ondas tumultuosas.
                              Sem uma bússola orientando,
Pois me encontro nas ondas de amor
                                           Sou um que sonho...
                Sonhos de criança grande.
                                    Criança com um primeiro amor!
        Que se entrega nos beijos a abraços inocente.
                               Sou um e o único que te ama intensamente!
                                                       Há todo instante.  Há todo segundo.

Um paradoxo



Perdido nas entranhas do coração
Sou quem nada compreende.
Não por ser somente um;
Não por ter apenas um;
Mas porque...
Eu sou.
Confuso no intimo do coração.
Um sim. Outro não
Apenas escolhas feitas com emoção.
Sem aquele ser ouvir...
No âmago da alma.
Vejo um ser incompreendido;
Ser que parece comigo.
Não por ser eu assim
Sim por não ser...
Eu.
Apenas uma incompreensão.

sábado, 30 de abril de 2011

Compre já! ÍNTIMA PERCEPÇÃO

    Acesse o link abaixo e compre o livro de Crônicas " ÍNTIMA  PERCEPÇÃO",  do Jornalista e escritor Celso Freitas Oliveira.




Qualquer dúvida entre em contato!

Faça da  leitura uma rotina diária!

                                                                                                             Celso Freitas Oliveira 

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

EM BREVE: ÍNTIMA PERCEPÇÃO

Amigos leitores!
Em  breve estará disponível para Compra  na internet o Livro de Crônicas " ÍNTIMA PERCEPÇÃO".

Mais informações entre em contato por e-mail!

Obrigado.

Celso Oliveira


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

FRUTO DO SISTEMA

Nunca gostei de entrar num hospital, sequer ser atendidos por médicos da rede pública. Não por eles serem ruins, mas por não se importarem com as pessoas que procuram atendimento. Um fruto que veio deste sistema.

Porém, naquele dia amanheci com a coluna toda dolorida, para não dizer que eu estava morrendo de dor.

Ó céus como doía!

Se deitado ficava, doía; se em pé, a coisa ficava crítica.

Dava de se pensar que eu tinha uma espada em minha medula. Era fim de mês, eu só tinha em meu bolso um vale transporte, então teria que ir a pé e voltar de “bus”. Era cerca de 40 minutos a pé de minha casa até o P.S. Sem ter para onde correr entrei nessa e fui andando, parecia mais um jabuti, a diferença é que faltava o casco duro e forte, pois o meu estava naquele momento muito frágil.

Foi um sacrifício até chegar lá. Se fosse possível eu me denunciaria por crime de tortura, sendo eu o agente e paciente.

Então o processo de minha cura começou assim:

Desde a entrada avistei a longa fila - ó céus que fila- com isso não me assustei muito, já que tudo que precisamos fazer necessitamos formar uma fila – sim, fruto deste sistema.

Clamei ao atendente para que tivesse piedade de mim, mas em nada despertou misericórdia nele - ó que homem duro de coração - Eu só poderia entrar logo se fosse caso de emergência, mas o meu caso era emergência. Contudo o conceito dele era muito diferente do meu. Neste sistema emergência é o seguinte:

Uma fratura exposta; alguém esfaqueado; um tiro na cabeça; uma vítima quase fatal do trânsito etc.

Minha coluna seria algo insignificante – um conceito elaborado pelo sistema.

Sem poder fazer nada, fico na fila de espera em pé. Não teria como eu exigir que alguém cedesse um banco para que eu sentasse, já que quem está em um hospital significa possibilidade de morte.

E a dor continuava e aumentava cada vez mais.

Por incrível que pareça depois de duas longas horas de espera eu sou chamado para ser consultado- ó céus! Graças a Deus.

Chegando ao ambulatório o médico pega minha ficha, sem nem olhar para mim perguntou:

- O que você tem?

Quando eu disse que minha coluna estava doendo, ele já me interrompeu sem deixar um falar mais nada e com a cabeça abaixada escreveu numa receita:

Tomar cataflan (acho que é assim) de 8 em 8 h. E já disse:

- O próximo

Ó céus que sistema é esse?

Não acreditei naquilo. Aguardei tanto tempo para ser atendido dessa forma. Por isso que a saúde é garantida na constituição. Fica fácil fazer assim.

Voltei para casa com dor, com uma receita, mas sem dinheiro para comprar o remédio.

Ó que médico! Contudo eu não o culpo. O causador de tudo isso é o sistema, que não ampara ninguém que tem os direitos garantidos. Como por exemplo:

Eu e você.


Por Celso f. Oliveira

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

SOLIDÃO...

Sabemos que cada dia que se vive é uma conquista.
Toda conquista desperta um sabor de satisfação.
Tudo fica admirável. Perfeito quando vencemos.
Um sabor indescritível.
Certamente todos nós já degustamos esse delicioso sentimento.
Mas para alguns vencer o dia vivo é mais que uma vitória, é um milagre. 
Desigualdades sem fim.
Não estou falando de uma doença social;
Estou falando de uma doença interna; pessoal; inimiga da compaixão e parente do egoísmo.
Não é preciso ler e compreender tudo ao seu redor,
 Mas tente  para não deixar a vida passar sem verdadeiras vitórias.

Por Celso F. Oliveira

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

DO CLAMOR

Oh! Quero encontrar-te, Senhor!

Senhor procuro encontrá-lo a cada momento, procuro encontrá-lo em minhas súplicas.

Senhor, a ti que procuro pra amenizar minha dor!

E a ti que procuro pra eliminar meu pavor.

Minhas vestes precisam ser branqueadas com seu infinito amor.

OH, Senhor! Procuro-te em cada decisão.

OH Senhor! A conselha-me em minhas falhas.

OH Senhor! Acalenta minha alma.

Escuta o meu chamar!

Escuta o meu clamar!

Contagia-me com sua infinita alegria,

Ilumina-me com sua luz

Luz radiante.

Guia-me por seus caminhos brilhantes,

Conduz-me com o doce enlevo de sua palavra,

Conforta-me Senhor! Conforta minha alma!

Transforma-me em um cordeiro puro, transforma-me em um servo justo.

Ensina-me a amar, ensina-me a louvar! Ensina-me a ajudar aqueles que minha ajuda venha necessitar!

Vem Senhor! Mata minha sede!

Senhor! Acaba com minha fome!Encanta-me com seu poder,

Envolve-me em seus braços,

Enxuga minhas lágrimas.

Mostra-me o caminho que eu possa sorrir.

Mostra-me o caminho para que eu possa aprender a viver.

                                                                                                       Por Celso F.Oliveira

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

DA DESPEDIDA

Ao centralizar a visão...

E deixar a imaginação contornar por ares desconhecido da própria ilusão. Olhando daqui...

Desta insignificante esfera compactada;

Compactada por terra;

E rodeada de águas.

Tudo meramente significativo até as almas que aqui vivem.

Fico a me interrogar

Sofrendo e padecendo,

Como errante miserável.

Sem direito a prazeres

Submisso a regras e deveres.

O que me restas é viver minhas poucas e tristes ilusões.

Nesta vida sem paz e ternura.

E fazer brotar desta pobre terra minha esperança.

E logo mais...

Minha sepultura.

                                                                                                      Por Erivelto Freitas




quinta-feira, 11 de novembro de 2010

DO AMOR. DA PAIXÃO

Existem muitas coisas que se pode lutar e confrontar de forma justa e numa batalha de possíveis vitórias. Mas, no percurso da vida, precisamos ter em mente dois sentimentos distintos, porém confundidos por muitos corações.

O amor e paixão.

Quando o ser estar dominado por estes fenômenos tudo se torna em nada e nada se torna em tudo. Os opostos ficam mais contrários ainda e as reações e ações são imprevisíveis. Não é a toa que muitos tentam se esquivar e passam toda a existência negando os sentimentos; prendendo-se em realidades vazias e nas percepções sem esperanças.

                                                                                                           Por Celso F.Oliveira

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

ESCOLHAS?

Fazer escolhas sempre foi o sentido da vida.
Vida que surge a partir de uma decisão ou de uma conseqüência.
Definir qual delas é precedente é parte de uma visão pessoal.
Não posso deixar de sentir o quanto isso significa na vida.
Seguir direções incertas muitas vezes nos leva a bons caminhos, porém é um risco.
Ser guiado por guias inconseqüentes talvez o(a) leve a algum lugar.
Mas é provável que o mundo perdido faça parte de seus dias e noites.
Então, por isso continuamos assim.
Refletindo e buscando melhores soluções.
Na vida.
Nas decisões.

                                                                                                     Por Celso F. Oliveira

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

AMIZADE

Viver é maravilhoso. Viver em laços de amizades possui um gosto mais apurado; mais suave; mas doce. Certamente possui um gosto de felicidade. Independente de ser ou não ser algo que se formaliza em momentos sociais, a pura amizade concentra-se na simplicidade de “meras” palavras; de palavras simples; de palavras ditas como erradas; de gestos fraternais.

Amizade é mais que conceitos sociais. Ela é força que permite a sobrevivência para muitos; é a única forma de começar de novo; às vezes é a forma de compensar a ausência de um ente querido ou um familiar distante. É por isso que conceitos são desfeitos quando se vive a realidade.

Pensamentos egoístas?

Espaço não há na vida daquele que sabe viver. Então... Saiba viver!
                                                                                                       Por Celso F. Oliveira


sábado, 2 de janeiro de 2010

Ano novo! Vida Nova?


Para muitos é apenas mais um dia. Na verdade eles têm razão.



O emprego, a qualidade de vida; os sofrimentos, as doenças, as tristezas, os problemas sociais.... Continuam o mesmo, não se modificando do dia 31 para o 1° de 2010. Mas e daí, se tudo que importa é a fé esperança de um dia melhor?
Precisamos continuar com esse sentimento de mudança e melhora todos os dias;


Precisamos ter o desejo de sermos melhores todos os dias, e quem sabe um dia poderemos presenciar a verdadeira transformação do mundo?


“Amanhã vai ser melhor do que hoje”, o trecho de uma música do grupo sorriso maroto, que por acaso ouvi neste instante que escrevo. Acredito nisso. Acredito que podemos acreditar nisso. Mas é preciso tornar nossa vida melhor. É preciso ser amante de nós mesmos e sermos seguro de nossa felicidade.


Que todos possam ver neste novo calendário algo mais que números.

                                                                                                            Celso Freitas

domingo, 20 de dezembro de 2009

Feliz Natal!


Nesta época vemos sorrisos, mudanças e um espírito doce e maravilhoso.

Oh! Quem dera que pudéssemos ter esses sentimentos todos os dias.

Infelizmente mundo ingrato e selvagem não nos permite.

É por isso que temos de aproveitar esse momento para nos confraternizarmos e expressar nosso amor pelo próximo.
Devemos ser gratos pelas nossas realizações e estabelecer metas audaciosas. Precisamos ser mais felizes e nunca desanimar.
Que todos estejam felizes como eu estou. Que todos sejam alegres;


E que sejamos amantes de nossas famílias.


Um feliz natal!

                                                    Celso Oliveira  

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A Dona Maria

A boa dona Maria

Que na roça vivia.
Ela tinha. Tinha uma velha casinha.
A velha casinha de tijolos e alvenaria
Um piso de concretos; telhas no teto.
Um fogão de barro. Pouco luxo, mas muita coragem.
Coragem de cada um:
Da Maria, da Ana e da Ju.
A velha casinha de alvenaria
À noite, se ouvia uma a dormir,
Mas a outra a orar.
Pedia ajuda, queria sonhar!
Pois ela era a dona do lar.
A dona Maria que na roça vivia.
Plantava arroz e feijão
E pra farinha plantava o “macaxeirão”
A boa dona Maria...
Que com leite da vaquinha construiu uma casinha.
Casinha de alvenaria lá na rocinha.
E com luta ia sobrevivendo. Sempre sorrindo e...
Com o passar do tempo,
Pois na roça ainda se sentia o vento.

                                                                                         Celso Oliveira

domingo, 1 de novembro de 2009

As Duas Faces



Ninguém pode ser forçado a deixar de sonhar, mas nessa vida sempre parece que os pesadelos são mais importantes. Não porque são desejáveis, mas devido à grande importância e valor que se dá a ele.

É complicado entender a compreensão e decisão de cada indivíduo. É divido a grande destruição do viver que estar presente em cada história e experiência de vida.
Por exemplo, a face de um pobre que vive na miséria catando papelão e lata para sobreviver da venda do material, se tem um significado. É de se admirar. Ele é cabisbaixo, convencido, humilde que se humilha até o ápice da humildade.
A face daquele que vive num berço de ouro cheio de preocupações e bens, orgulhos pelas conquistas, acha se vencedor na vida, sorridente nos negócios e tem o direito de se alimentar com as mais das delícias da culinária, também tem um significado.
São duas faces diferentes com duas características diferentes.
O pobre ao catar o lixo e levar para a reciclagem, ajuda na preservação do meio ambiente;
Já aquele que vive num berço de ouro é o dono dessa indústria de reciclagem, que torna o lixo em bens duradouros e muito dinheiro no bolso.
Com isso se pode também analisar duas oportunidades diferentes.
O pobre nasceu na pobreza. Estudou até a quarta série do ensino fundamental e teve que parar para que pudesse trabalhar e contribuir na renda da família. Sendo que seus pais já estavam bem velhos.
Uma casa de lona e piso de chão, teto de plástico. Um trapiche com pedaços de madeira que fica na entrada da casa - se é que se pode chamar aquilo de casa.
Da saúde não cuidou direito, quando foi ao médico era porque a coisa estava preta mesma.
Um banho com latinha, sem poder passar o limite da cota de cada um:
1 litro de água.
A face daquele que nasceu em um berço de ouro tem um significado oposto do que nasceu na miséria.
Primeiro que as oportunidades foram às melhores. Até escola no exterior pode estudar. Nunca trabalhou quando adolescente. Quando quis foi à empresa do “papai” e tornou-se o chefe. Assegurado pelo direito de herança. Isso acontecerá de geração a geração.
Nunca economizou em nada. Tudo que queria teve. Com o dinheiro procurou comprar tudo. Ganhar tudo até a felicidade. É parece que conseguiu.
São duas faces. Duas vidas. Um caminho. Um direito.
O pobre e o rico existem para representar a oposição em todas as coisas. Entre o bem e o mal; o doce e amargo; o fogo e água.
São vidas não escolhidas que se desenvolvem em locais diferentes do mundo. Duas faces a ser estudada pelos estudiosos da vida. Mas mesmo com o avanço dos avanços jamais poderão explicar àqueles que vivem a face do inferno porque eles não podem escolher a face do paraíso.

                                                                                               Celso Freitas Oliveira

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Menina Mulher!

A menina da vizinha já é moça. Ela é linda, alta, cabelos negros e pele morena.

Tem tudo para viver e aprender, mas vive na pobreza, um destino que não escolheu.
Não se usou o arbítrio, apenas uma peça do acaso e da superfície da existência.
É negra e se entrega... Ela é uma moça e já sente o prazer.
É... Seu tio, seu amigo, seu primo a faz entender; um acariciar, uma mão a deslizar pelas zonas sexuais...
A menina da vizinha não quer e tem medo, chora no escuro... ... E sorri durante o dia.
Não é mercadoria, mas todo dia é usada e maltratada e, pelo pai amada.
Parece absurda essa violência no mundo.
A mãe de a mocinha evita revelar porque tem medo, muito medo; como se sofresse a dor; e quanto mais ela atrasa, mas a moça retarda.
A moça sangra pelos poros, sangra pela moral. A mãe vê e nada faz. Alguém grite para ela, pelo amor de Zeus?
Ninguém denuncia, por isso já virou rotina, e aquela menina vai sendo explorada e sem querer vai gostando e se acostumando. Ela se acostuma com o bem, se acostuma com o mal. Vive uma exploração sexual.
Tem um estatuto, tem uma lei. É, mas marginalizada vive... É vítima da razão e refém da encenação.
No acusar todos negam, até provas exploram; a menina machucada e suja, quem sabe daqui uns dias vêm à gestação?
Quem sabe a tentativa de suicídio?
Para se livrar ela fará tudo, exceto se gostar.
Ela é inteligente, aprendi tudo, vai fugir para o mundo. Lá chegará como mulher sedutora, atraente, sensual e diabólica. Sim, houve um grande progresso, não mais se fala em exploração, o termo é outro: prostituição.
É rotulada e com preço marcada.
Mentiras, drogas, pecados sem esquecer-se do álcool; não é exagero anseia, anseia o prazer pela comida, pela dormida...
Por um ponto na esquina.
Agora não é menina, é mulher, ninguém mais a chama de moça, é roxa.
A culpa causa vergonha. Da vergonha a lei tem insônia. Ela foi amparada, protegida e a família não a quis.
Sozinha vaga pelo mundo sem rumo, entregando a virtude, se é que se pode dizer assim. Mas, ela nasceu na pobreza. Pode ela parar no jornal... É só mais uma, nem merece uma foto. Na capa nunca vai sair. Quem sabe quando a roxa decidir parar de sofrer?
A vida entender? Sim, passe pelo véu de uma transformação.
É para o jornal é um número somente, para a roxa utopia.
É uma ilusão, não acontece assim!
O mundo é ruim, se explora uma menina, como não irá explorar a vida?
Essa vida que me deram sem eu pedir.
Uma afronta para o divino?
O poder de uma pecadora é grande quando se quer fazer o mal.
Para roxa as coisas são todas normais.
Hoje ela lê um jornal. Amanhã possa ser que não se precise mais.
Pode ser que não se tenha.
Pode ser que se tenha esgotado o exemplar ou quem sabe, a vida neste lugar.


                                                                                               Celso Freitas Oliveira